Eryka Ishida

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December 11, 2011
by Eryka Ishida
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Um degrau chamado DESAFIO e o super poder chamado CORAGEM!

Estes dias estava no trabalho e a pedido de uma amiga, estava fazendo algumas pesquisas no Google sobre alguns artigos a respeito de educação corporativa. Entre uma página e outra, vi no rodapé de um dos sites que entrei para consultar, o nome de uma crônica muita parecida com algo que havia escrito. Na verdade, o título e o contexto eram exatamente os mesmos que o da minha crônica. Na hora achei que havia sido vítima de plágio, mas ao abrir a matéria publicada pela Revista Literatura, descobri que o texto que havia enviado, tinha sido publicado. Fiquei super contente, pois esta foi minha segunda crônica publicada este ano.

A matéria está no site: http://literatura.uol.com.br/literatura/figuras-linguagem/39/um-degrau-chamado-desafio-e-o-superpoder-chamado-coragem-242139-1.asp

E para quem estiver com “preguicinha” de ir até lá, pode ler a crônica aqui mesmo.

Segue abaixo mais uma de minhas aventuras:

Quando eu era mais nova, entre os quinze e dezesseis anos, tive a primeira oportunidade de emprego. Era uma vaga para instrutor de inglês. Fiquei tão feliz com a proposta que não pensei duas vezes e logo aceitei o desafio.

Passei por um processo de treinamento antes de assumir a minha primeira turma. Comecei com aulas de plantão de dúvidas, aulas extras, reforço, aplicação de provas e aulas individuais. Esse período foi de grande valia para a etapa que viria logo em seguida. É importante ressaltar que nessa época eu quase nem falava! Minha voz era inaudível e minha timidez era um problema! Tudo isso foi trabalhado para que eu pudesse interagir em sala de aula. No entanto, apesar de todas as orientações e da linda teoria, descobri que isso só seria superado na prática! Quanto mais eu orava a Deus para me ajudar a perder a timidez, mais situações apareciam. Queria que algo sobre natural me fizesse uma pessoa mais comunicativa. Na verdade, eu estava esperando uma aranha de laboratório me picar e me dar a super coragem! Ou melhor, cair no lixo tóxico e virar a super Eryka! Brincadeiras a parte. Realmente não seria como nas histórias em quadrinhos de origem americana, mas foi como nos desenhos orientais (mangas) onde os discípulos precisam treinar e praticar diariamente, até ficarem tão bons quanto seus mestres. Simples assim: tive apenas que trabalhar duro como todas as pessoas que conquistaram alguma coisa na vida e ter coragem para encarar o desafio, ou seja, foi na raça! Imagina a sensação do primeiro contato com os alunos! Tive vontade de dizer que havia entrado na sala errada e que a professora estava chegando, mas ao mesmo tempo queria aquele desafio para mim. No fundo sabia que aquilo seria bom, só não imaginava o tamanho da responsabilidade. Sentia-me como Davi enfrentando Golias!

Consegui ministrar a primeira aula foi uma grande conquista, pois falar em público era algo complexo demais para mim. Até hoje, ainda me embaralho com as palavras, mas a vergonha já não é um problema tão grande quanto antes.

Meus alunos, pelo menos a maioria, tinham o dobro e até mesmo o triplo da minha idade. A idade era um obstáculo muitas vezes. Uma vez uma aluna me disse que não via em mim capacidade para suprir suas necessidades em conhecimentos em tão pouco tempo, já que esta faria uma viagem dentro de três meses. Não era fácil e nem agradável ouvir palavras como essas! Pensei em desistir várias vezes. O que me ajudou a permanecer foi a fé em Deus e os encorajamentos tanto dos meus familiares quanto dos meus gestores. Eu não queria fazer feio na frente dos alunos e eu precisava conquistar a confiança deles. Foi aí que comecei a elaborar estratégias de ensino. Comecei a inventar jogos de palavras, dobraduras, dinâmicas, trazer vocabulários específicos das áreas de atuação dos educandos, bilhetes de encorajamento para os alunos com dificuldades e até exercícios físicos nós fazíamos quando o sono batia! Precisava conhecer o perfil do corpo discente para então preparar aulas com significados. O cansaço físico de um longo dia de trabalho, cheio de problemas, trânsito e às vezes enchentes, a correria diária, tudo isso afetava a concentração e a compreensão dos alunos. Por isso me preocupava em realizar aulas dinâmicas e motivacionais. Tudo isso era mesclado no planejamento das aulas. As coisas começaram a fluir de forma pragmática!

Nesse tempo eu ainda não tinha conhecimento profundo sobre o que era a palavra ensinar. Só após me formar em Pedagogia, notei que essas estratégias aplicadas às aulas estavam relacionadas à aprendizagem significativa. Foi nessa época que aprendi a personalizar as situações! Toda a experiência que tive com meus alunos foi recíproca, ou seja, o aprendizado foi uma troca de informações e experiências. Paulo Freire, um dos mais conceituados educadores da história da Educação, disse a seguinte frase:

“Ninguém educa ninguém, nem ninguém aprende sozinho, nós homens aprendemos através do mundo”.

Foi um Golias e tanto, mas graças a Deus esse degrau eu superei. Qual será o próximo?

Texto publicado na Revista Literatura. Data: Dez/2011

December 11, 2011
by Eryka Ishida
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Um Semestre com muita ARTE!

Em Agosto deste ano publiquei minha primeira crônica no livro em antologia “Elas Escrevem II” pela Editora Andross.

O livro estava a venda na Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br/scripts/resenha/resenha.asp?nitem=22675576&sid=201101613929810055942667), mas as vendas esgotaram.

Então, quero compartilhá-la aqui. Espero que goste ^_^

            Quando concluí o Ensino Médio, tinha certeza de que estudaria artes e seria uma grande artista. Desde a infância, este sempre foi o meu sonho. Como os cursos voltados para área de artes são muito caros, principalmente em faculdades especializadas no assunto, não foi possível iniciar a graduação logo após o Ensino Médio. Já no segundo semestre do ano de 2006 surgiu a oportunidade de cursar Artes Visuais. Nesse tempo eu trabalhava de manhã, estudava a tarde e trabalhava a noite, sem falar que eu trabalhava aos Sábados também. Era só alegria! Acho que nunca peguei tanto ônibus e metrô como naquele tempo! Conhecia todos os comerciantes de doces dos pontos de ônibus. Eu vivia de “junk food”! Por isso quase sempre passava mal nas lotações!

Tirando essa parte alimentar nada saudável, era muito divertido estudar artes. O meu material era maior do que eu! Eu precisava levar uma pasta do tamanho de uma folha A2 e um tubo para guardar meus trabalhos. Parecia que eu ia para guerra! Imagina a situação dentro do metrô, com todos esses acessórios, no horário de pico, na estação Vila Mariana!  

Quase toda semana tinha alguma apresentação em forma de exposição. Gostava quando íamos para rua desenhar as pessoas, as bancas de jornal, as padarias, os carros e tudo que fosse possível desenhar. Desenhávamos com todo tipo de material. Fiz uma maçã com nanquim e palito de churrasco; desenhos com parafusos, alicates e garfo; e um trabalho com papéis e cola sem o uso da tesoura.  

    

Era gostoso sentir o pastel (tipo de lápis de cor) deslizar pela folha branca e ver os borrões se transformarem em imagens. As aulas de perspectiva também eram maravilhosas. Aquelas réguas embutidas nas mesas facilitavam o trabalho que quase sempre exigia muita concentração. Eu não gostava das aulas de Filosofia! A única informação que ficou registrada em minha mente foi o “Mito da Caverna”.

Infelizmente, apesar de estar em contato com o que eu sempre sonhei para minha vida, em apenas um semestre percebi que não era a profissão que eu gostaria de seguir. Preocupava-me com o retorno financeiro e pensava como seria fazer arte por obrigação e não mais por prazer. Desisti do curso de Artes Visuais, mas não desisti da Arte. Desistir não é tão ruim assim! Imagina se Steve Jobs, o criador da Apple, não tivesse desistido da faculdade no primeiro semestre! Não existiria Apple, nem Iphone, nem Ipod, nem não pode e outras de suas criações brilhantes! A história desse homem é muito interessante. Após sua desistência no curso de graduação, continuou a freqüentar a faculdade só que de maneira informal. Prosseguiu assim por 18 meses e nesse tempo cursou apenas as disciplinas que lhe interessavam. Nesse tempo ele também havia feito um curso específico de caligrafia em uma faculdade especialista neste assunto. Mesmo sem ter uma formação acadêmica, Steve fundou a Apple, lançou o Macintosh, criou os múltiplos estilos de tipografia dos computadores pessoais. Se você ler a história dele, saberá que aos 30 anos foi demitido da empresa que havia criado, e que durante este tempo, passou por um dos períodos mais criativos da sua vida! Você sabia que o filme “Toy Story” foi criado em seu estúdio de animação? Pois é! Ele criou a Pixar. Em um discurso feito em uma cerimônia de formatura, Steve diz que não se pode ligar os pontos olhando para o futuro, mas pode ligá-los se olhar para o passado! Não é fácil superar os desafios e concretizar os sonhos, mas amar o que se faz é o primeiro passo. Imagina uma pessoa que trabalha oito horas por dia e não suporta o que faz! Ainda bem que isso é raridade! E como obter sucesso assim? Vicente Falconi, um dos mais renomados consultores do Brasil, fala que “nunca viu uma pessoa de sucesso que não ama o que faz”. Vale apena refletir.

 Assim como Jobs, também desisti da minha primeira graduação no primeiro semestre. Essa é a única coincidência entre nós, mas quem sabe não fundo uma empresa chamada “Orange”?

September 7, 2011
by Eryka Ishida
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MOeDA Bike – TOP 20 – Festival de Ideias

Gente

A MOeDA Bike foi escolhida para a próxima fase!

Ela ficou entre as 20 ideias selecionadas para o Festival de Ideias.

Foram 234 inscrições e ela estava em 5º lugar!

Obrigada a todos pelo apoio e divulgação!!!

Para mais informações, acesse a matéria http://blog.festivaldeideias.org.br/2011/09/05/veja-as-20-ideias-selecionadas-para-o-festival/

E para quem ainda não conhece a MOeDA Bike, acesse o link http://festivaldeideias.org.br/pt/ideas/209-moeda-bike

 

August 19, 2011
by Eryka Ishida
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MOeDA Bike

Olá galera

Este é um espaço para falar, apresentar e discutir um pouco do que fiz, faço e ando fazendo.

E para começar…

…com VOCÊS:

Essa é para você que curte BIKE e quer ajudar a melhorar o trânsito de SP!!!

A ideia é disponibilizar nos bicicletários de SP, chuveiros com tempo cronometrado e que funcione a base de MOEDAS.

A MOeDA Bike está participando do Festival de Ideias, e por enquanto, com  441 “curtir”, ela está entre as mais populares da plataforma!

Acesse o link http://t.co/4OwraJK e saiba mais informações!